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Meu primeiro neto chegou antes do prazo, como bom representante de uma geração que não aguenta esperar o vídeo carregar.
Prematuro?
Rá! Qual nada, herança de um TDAH produtivo: pulou etapas de olho na eficiência.
Enquanto os outros bebês seguem o cronograma clássico, meu neto, “Cohen — The New Generation“, fez um “fast-track”.
Nove meses? Projeto muito longo. Tipo dispensar tutorial e saltar direto pro nível avançado da vida.
Dá-lhe, Miguel!
Seguiu direto para uma incubadora, seu primeiro escritório de startup.
Ambiente controlado, alta tecnologia e monitoramento constante — basicamente um coworking para recém-nascidos disruptivos. E acelerados, haha.
Se continuar nesse ritmo, em três meses lança aplicativo até antes de falar “Zeide” (avô em idish).
E eu? Assisto orgulhoso a chegada de uma nova criatura ao mundo!
E me preparo para ensinar a:
- subir em árvores
- descer gramado de papelão
- morder orelha de cachorro
- reclamar do ChatGPT
- xingar o treinador do Grêmio
Let’s play, boy!
EL Co