HDI Road Show de 04 de dezembro Porto Alegre

Let’s learn, boys and girls!

kopenhagenSempre que posso, estou presente nos eventos HDI.

Alguns inscritos presentes e que tem intimidade comigo às vezes me perguntam: Ae, Cohen, veio espionar a concorrência, hein?

Ledo engano. Vou pra aprender mesmo, ainda mais por que é de graça. E não dá pra comparar HDI com 4HD. A analogia que sempre faço é que o HDI é uma loja-âncora de shopping e eu sou uma Kopenhagen.

Ofereço um conjunto mais restrito de produtos, mas o sabor… Sem igual!

Aliás, metade dos profissionais de Porto Alegre deveria estar nestes eventos (a outra metade fica trabalhando senão a operação, ó!).

Uma nota digna de destaque:

Desde que o HDI iniciou os Road Shows — eventos gratuitos que solicitam aos inscritos que tragam 1 kg de alimento — já foram doadas mais de 4 toneladas de alimentos para entidades assistenciais.

Não é pouca coisa. Se cada entidade brasileira fizesse o mesmo…

O mestre de cerimônias foi Thiago de Marco, diretor executivo com pé na estrada.

Em off, disse-me que quando percebe minha presença na plateia ao realizar a apresentação institucional do HDI, fica imaginando quantas e quantas vezes eu já ouvi a mesma.

Falei que isso faz parte do business. É importante prestigiar eventos que movem a comunidade de suporte técnico um degrau acima em termos de conhecimento, qualidade e progresso.

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OK, vamos aos conteúdos das palestras, transcrição essa que não representa ipsis litteris o que os palestrantes expressaram, mas minhas interpretações.

Operação Continuada x Projetos – Walter Wegermann

É notório que se trata de um professor universitário.

20151204-walterIdentifica-se isso na sua dicção afável, tranquila, com vários exemplos e uma exposição pausada (para que aqueles o assistindo possam refletir sobre cada aspecto que acabou de explicar).

Hoje, também oferece serviços de consultoria para a área educacional. Veja mais no Linkedin.

O que mostrou aos presentes é como, após um projeto é estabelecido, é necessário mantê-lo funcionando.

Com sua tarimba educacional, resgatou as origens do processo: a inquietação e o descontentamento do ser humano promovem as primeiras necessidades de progresso.

Citou a escada rolante como sí­mbolo da preguiça (bem-humorado, falou que esta é uma força motriz das melhorias no mundo: para evitar subir escadas, entre outras coisas, o homem se puxou e criou soluções).

Mencionou que quanto melhor o processo, mais fácil é utilizar tecnologia nele. Mas se este possui muitas variações e pouca padronização, kkk. Já era.

A vantagem da tecnologia (não pensar apenas em TI, mas um conjunto de técnicas de um domí­nio particular) é otimizar o processo como um todo, tornando-o mais rápido e confiável, Curioso é que muitas áreas de suporte técnico fazem o contrário: implementam a tecnologia e depois forçam os processos a se adaptarem, como comprar um Mini Cooper e querer que a sogra gordinha se instale com satisfação nele, haha.

Fotografei uma imagem que ele confessou ter roubado de uma colega professora e fiz o mesmo:

planos do universo-c

Foi o momento em que comentou sobre como conciliar os métodos e melhores práticas que vêm para auxiliar, cada um com seu enfoque e visão tais como ITIL, COBIT, CMMI, PMBOK, Prince, etc.

Citou experiências pessoais: assistiu alunos que trabalhavam em grandes empresas e cursavam MBA. Ao se transferiram para empresas de porte médio as coisas aprendidas já não funcionavam mais.

Aliás, volta e meia tomava nota no meu caderninho do ótimo vocabulário e desenvoltura do palestrante, com um tom bem professoral.

Rá, você quer as barbadas, né? Perdeu…

Governança, a transformação da TI por João Grisolia

Choque violento!

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Sai o clima afável e acolhedor do professor e entra um sujeito com vivência de campo de batalha (não que o professor não a tenha, mas até o tom de voz é diferente).

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João, com uma longa experiência em multinacional, traz no seu discurso aquele timbre “hard” de quem se preocupa com orçamento, de quem fala em “saving” (economia feita dentro do orçamento do departamento e que retorna para a empresa sob o tí­tulo de “saving“).

Citou um exemplo espetacular de falta de foco de um gerente de TI:

Uma transportadora adquiriu um dos softwares mais modernos para monitoração de frota. Em tempo real, permitia saber exatamente onde se encontrava cada veí­culo.

Dado esse investimento, o gerente de TI planejou um NOC (Network Operations Center) 24 horas por dia, com profissionais examinando vários monitores na parede, etc. Treinamento especí­fico, integrações do produto com outras ferramentas da companhia e assim por diante.

Um verdadeiro ambiente de guerra para vigiar todo o conjunto de caminhões: onde haviam estacionado, por que motivo e muito mais.

Ao apresentar, de maneira entusiasmada, o plano e seus respectivos custos para a diretoria, essa “cortou seus naipes” (interrompeu-o) logo no quinto minuto de sua apresentação:

— Você não entendeu, fulano. Compramos esse software apenas para conseguir um desconto gigantesco no seguro da frota. Não queremos isso que você nos apresenta. A ideia e o foco eram tão simplesmente garantir essa economia no seguro.

Pufff…

João citou também que muitas empresas estão se desfazendo de seus gestores, pois são profissionais caros e o valor de suas atividades não é percebido.

E…

Tive que ir embora por causa de um compromisso, saindo no meio da palestra.

Buááá.

Let’s work, boys and girls, por que a coisa não tá fácil.

Smack

EL CO

PS: Atenzon: Calendário com o Primeiro Semestre de 2016 já publicado.

Cursos já em fevereiro em Sampa pros gestores aprenderem a serem gestores; contratar bem; aumentar a lucratividade/resultado do departamento; como fazer a equipe seguir os processos; diminuir o tempo de fila e tempo de atendimento; ganhar meus livros grátis; conhecer mais sobre métricas; quais as armadilhas na hora de implantar um catálogo de serviços e… Muito mais.

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