HDI 2010 – da chegada ao evento

Salve, macanudos (clique aqui para saber o que é isso) amigos!

Inicio aqui uma série de registros pseudo-jornalísticos sobre o evento que participei. Muito massa, como diria minha filha.

De inhapa, adianto que duas palestras foram excepcionais:

1) A do ex-capitão do Bope, Paulo Storani, que mostrou como treinou a equipe de artistas para o filme Tropa de Elite durante duas semanas. Além disso, fez várias correlações entre o Bope e as equipes de Help Desk. Manteve um público de 400 pessoas magnetizado durante duas horas, ouvindo atentas a cada palavra e movimento. Uma catarse coletiva.

2) A segunda, a das queridas Ana Lúcia Martins e Paula Cavanesi. Da grande experiência que as gurias têm com ITIL e o enorme volume de incidentes trabalhando para a SondaProcWork, desmistificaram várias ideias e mitos das versões ITIL V2 e V3. Ou seja, na coragem, elas ousaram contestar o que funciona ou não, quebrando paradigmas na turma de suporte técnico que segue a cartilha das “melhores práticas”.

Outras palestras também foram muuuuito boas. Gostei bastante – novamente – da Katia Maniglia, do amigo Mansur (que desta vez apareceu), do Kid da Cielo, Luiz Brasil da SondaProcWork e outros. Não assisti a todas.

E que tal a premiação das melhores equipes de suporte técnico? E o melhor técnico? Siga o rastro…

Das preliminares

O baile começou com apresentação de um coral. Hehehe, eu pessoalmente não gosto muito, mas acho que tem gente que gosta, por isso a abertura com ele. Até pra quebrar o tecnicismo habitual do nosso povo acostumado com bytes, processos etc.

Lá fora do auditório, a quantidade de expositores aumentou em relação ao ano passado. Claro, a maioria expositores de ferramentas de Help Desk e Service Desk. Muito bem organizados, bacana mesmo. Verão algumas fotos ao final desse artigo.

Da primeira palestra geral

HDI 2010 – it’s over… e recomeçando!

Pois então.

Ontem se encerrou mais um Congresso organizado pelo HDI.

É premissa obrigatória agradecer à equipe que batalhou, negociou, realizou um buzilhão de tarefas, registrou inscrições, gerou publicidade etc. Bom, só quem organiza eventos pode ter uma noção da abrangência dessa empreitada.

Por isso, em nome de nossa enorme comunidade de profissionais de suporte, agradeço ao Nino Albano, diretor de planejamento; ao Thiago De Marco, diretor executivo; e a toda equipe de apoio, como a Débora, que é mamis pela primeira vez; à Cíntia; ao Felipe; ao Dênis, incansável membro da logística que fez um trabalho brilhante. E a dupla Souto, pai e filho.

Neste evento conseguimos assistir várias apresentações interessantes (e três ou quatro delas foram super especiais), networking nos corredores; painéis de debates sobre os mais variados assuntos de nossa área; aproximação de feras da área que lidam com volumes gigantescos ou pequenos; congraçamento entre amigos e novos amigos etc.

Caramba, foi uma oportunidade ímpar.

Usuário… não é amigo!

É bastante comum encontrarmos técnicos de suporte desenvolvendo amizades com seus usuários e clientes.

Os contatos entre ambos podem ocorrer de maneira diária. O relacionamento se estreita. As preferências pessoais de cada um acabam sendo expostas.

A intimidade também. Preferências futebolísticas, hobbies, melhor barzinho, melhor forma de assar uma costela, o pior chopp é ipsilon etc. Sem contar a chance de, se forem de sexos distintos, outros interesses serem despertados.

Naturalmente todo técnico deseja auxiliar seu usuário (pelo menos, os bem intencionados). E para evitar uma postura pé-atrás, seus gestos de cordialidade acabam sendo confundidos como brechas para crescimento da afeição.

Antes que o mundo acabe…

Hehehehe… A manchete é só pra chamar sua atenção e lembrar: O último evento do nosso curso de Gestão de Suporte Técnico para Empresas de Tecnologia acontece semana que vem, em São Paulo, na 5a e 6a-feira (13 e 14). Ainda há vagas, mas seja rápido. Esperneie, chore, peça descontos, parcele etc. mas não fique…

Preliminares da pesquisa sobre a vida do gestor de suporte

Quem acompanhou a movimentação neste blog no período de março e abril, sabe que fizemos uma pesquisa sobre a vida do gestor de suporte técnico, Help Desk e Service Desk.

O enfoque, muito mais do que no centro de suporte, era nas tarefas, sentimentos e obrigações do gerente da área.

Um tredecilhão de gestores se inscreveram. Muitos foram convidados a voltar e preencher o cadastro com seu email corporativo (por que gmail, hotmail, yahoo etc. poderia gerar muita distorção). Vários informaram contas erradas (faltando letra, trocando “t” pelo “r”,  essas coisas). Outros não preencheram até a última das perguntas.

Das coisas que um gerente deve fazer…

O último livro do Henry Mintzberg é muito bom.

Ainda não cheguei ao seu final, mas com o título de simplesmente “Managing” (e graças a deus, não fizeram uma tradução ordinária), a obra é esclarecedora.

Eu compartilho algumas visões dele.

Uma delas é a crítica sobre os modismos e costumes do seu ramo.

Há algum tempo ele lançou um livro denominado “MBA não, obrigado” (do inglês “not another MBA”).  Nesse livro, tinha um massacre avassalador sobre a formação de gerentes e sugestões de um novo tipo de educação.

Retornando à recente obra, Managing. Logo na introdução, ele dispara petardos justamente contra o sujeito que está na capa (leia bem o destaque no topo da capa: “Talvez o mais importante pensador da administração – Tom Peters!).

Voilà, o cara é foda dureza mesmo.