O Diabo veste Prada

Tradicional história em que a personagem principal deve decidir entre a carreira e o amor. E, num primeiro momento, decide pela carreira inspirada na vontade de vencer, o desafio, etc. Um lance já batido e manjado em vários e vários outros filmes.

Onde está o valor do filme então?

Diz meu amigo e escritor Luiz Antonio de Assis Brasil (https://www.laab.com.br) que todas as histórias já foram contadas. O valor delas agora está no modo como são narradas.

E o valor de O Diabo veste Prada está justamente em nos colocar em contato com os meandros da indústria multi-milionária da moda (ainda mais agora que minha filha se mudará para Sampa, onde vai estudar na Anhembi-Morumbi exatamente essa faculdade: moda).

Através do filme descobrimos as sacanagens, os rolos, o glamour, o jogo de influências, etc que gravitam em torno deste negócio.

Mas o melhor, de maneira disparada, é o desempenho de Meryl Streep. Num filme com roteiro batido, ela é genial e mostra todo seu valor como artista. A cena em que entrevista a personagem principal e diz “– Não, não, isso não é uma pergunta.” é esplêndida! A forma de expressar, a entonação, é algo imperdí­vel.
Ah, e vale como orientação para os mais novos que ingressam na carreira (e aqui vale também para iniciantes em Help Desk e Service Desk) o que encontrarão no mundo real dos negócios.

Abração

El Cohen

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