XLA – Quanto mais assisto os outros falarem sobre, mais percebo que é coisa velha

A comparação imediata de XLA sempre é com… SLA.

O que é, na minha opinião, um erro tacanho.

SLA nunca mediu única e exclusivamente “prazos”. Infelizmente no Brazil, SLA praticamente virou sinônimo de prazo.

Os profissionais esquecem que “SLA” significa, traduzido, “Acordo de Nível de Serviço”.

O que, dependendo do cliente e do fornecedor, envolverá uma “cesta de indicadores”, como diria meu querido sobrinho Diego Alves nos idos de 2008 lá na Cegedim.

Ou seja: Pesquisa de Satisfação e outros tópicos qualitativos sempre fizeram parte do SLA.

Uma nova Espadinha-de-São Jorge ainda é… uma Espadinha-de-São Jorge

XLA brotou como uma muda nova que aparece num vaso de Espadinha-de-São-Jorge, minha planta preferida — abasteço de água, preguiçosamente, de 30 em 30 dias.

Mas só por que é uma muda nova não muda o fato: continua sendo Espadinha-de-São-Jorge!!

XLA emergiu até como uma especialização adicional.

É usada para descobrir se o cliente ficou satisfeito ou não com o técnico que resolveu seu chamado de forma rápida, mas comportou-se de forma tosca e lacônica. Ou se todo o processo de atendimento é trabalhoso e vamos adicionar aí variados tópicos, onde cada um adiciona o tempero que desejar (FCR rápido, TMA baixo, mapeamento do tempo parado na tela/página a preencher etc.).

Ou seja: a experiência do usuário com o atendimento foi boa? Noves fora o prazo.

No final das contas, apesar de não ser algo revolucionário, XLA vem trazer enfoque nalgo que era menos interessante dos tópicos que compunham o SLA.

E ô, Cohen, isso não é bom? Sim, é.

Pois então, “Viva o XLA!!“.

Mas convenhamos: XLA compõe o SLA, que segue sendo o rei, enquanto XLA pode ser um príncipe ou uma princesa, um rebento do SLA.

Se liga.

Abrazon

EL CO

 

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