HDI Experience 2026 – parte 1

Não sei como iniciar esse artigo.

O último HDI SP que fui, realizou-se em 2018. São 8 anos de diferença. Pra ter uma ideia, o ChatGPT foi lançado em 2022, há 4 anos.

E o HDI Experience foi uma baita surpresa. Positiva.

Do contexto

O HDI Experience mudou seu enfoque. Tem cheiro, jeito e gosto de evento norte-americano.

Ou seja, os guris alcançaram algo grandioso, espetacular, quase assombroso.

De certa maneira, não é pra técnico. É pra CIO e outras letras que iniciem com “C” (Chief) – CFO, CTO, CAIO etc.

Cohen vale, pois inicia com “C”, hehe…

Ambientado num resort de luxo, a ideia é a promoção ostensiva de networking. Sem contar os trocentos fornecedores no evento. Aliás, se você é fornecedor não podem mais deixar de comparecer, pois o nível decisório dos participantes é elevadíssimo.

Se pensar bem, isso é um baita estímulo do HDI à comunidade, pois seu business — a princípio — não é fomentar relacionamentos, mas sim capacitação, consultoria e diagnóstico.

Das palestras

Elas aconteceram, exceto os keynotes, em 5 palcos simultâneos no mesmo ambiente.

Eu não gosto desse estilo.

O palestrante desconhece como o público reage ao que apresenta. Pior: quando a turma bate palmas e ele ainda não encerrou sua palestra, dá certo constrangimento, imagino.

Também é ruim para o público que, como eu, quer assistir DUAS ou TRÊS ao mesmo tempo e é obrigado a optar. Ou ficar zapeando rapidamente pelos canais.

Pra quem não sabe funciona: a plateia recebe um headset que sintoniza exclusivamente num dos 5 canais: o palco 1, ou o 2, ou 3, ou 4 ou 5.

Dá uma angústia, uma aflição zapear e tentar pegar o “restinho” da apresentação de um palestrante.

Porém… Duas delas eu sintonizei do início ao fim. E babei — o que é comum para um 60+, hahaha.

Mas antes, falo da primeira palestra do keynoter Giba do Vôlei.

Giba do Vôlei

Não gostei.

Ele tem uma palestra padrão que busca contextualizar para cada situação. Pra ter uma ideia, dali a 4 dias, iria palestrar para um grupo do agro em Goiás. É o business dele, quem sou eu para tecer críticas.

O lado bom: ouvir relatos biográficos dos acontecimentos na vida dele. A leucemia, o Bernardinho — técnico da seleção brasileira —, a vida na Itália, Rússia etc.

Mas a adaptação para o nosso contexto não me agradou. Mas vai de cada um, claro. Tem gente que achou espetacular. E respeito.

Curiosidade: IA

Fotografei todos os estandes dos fornecedores. E havia muitos. Muitos mesmo. Quispetáculo encontrá-los todos reunidos.

E uma expressão era encontrada em 99% deles: “IA”.

Até achei meio brega, pois é como falarmos hoje de eletricidade, internet etc. IA tá na mesma classe.

Mas são vendedores, devem saber mais do que eu o que “cola” no mercado. Ou não.

E uma das coisas é falar de IA.

Das primeiras palestras

Perdi todas. Sincericídio.

Embasbacado com a dimensão do evento, em rever amigos de longa data, me atrapalhei na absorção dos conteúdos.

Até amigos palestrando — eu deveria prestigiá-los —  e desorganizei-me. Sorry, queridos. A culpa não é minha — ótimo jogar a responsabilidade nos outros, haha —, mas do impacto do evento em mim.

Adoro isso, poder ainda se espantar com situações.

Amanhã escrevo mais sobre o tema e, principalmente, das palestras que me surpreenderam e que me encheram de perguntas.

Agarrei os palestrantes após descerem do palco e afoguei-os de perguntas, haha…

See you.

Continua em HDI Experience 2026 – parte 2 – crème de la crème

Abrazon

EL CO

 

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