A volta do faz-tudo: Forward Deployed Engineer

A profissão mais prestigiada pelas empresas norte-americanas na área de tecnologia é um FDE – Forward Deployed Engineer.

É o faz-tudo. É o sujeito que compreende a ideia, come sanduíche e bebe Coca-Cola/Café (romantizando) até entregar o resultado.

Todos conhecem a figura.

Qualquer área de TI tem um FDE

Em nosso espaço de tecnologia eles sempre existiram, os Forward Deployed Engineers.

Aliás, aqueles que não ocupam uma função assim, mas outra qualquer, estão dormentes.

Quem não conhece:

1) Um gerente de suporte técnico que desenvolveu, por conta própria, um sistema de atendimento em PHP por que “as soluções de mercado não atendiam sua demanda”?

2) Os grupos de GLPI: gostam por que é uso livre, mas outro grande percentual por que pode adaptar, fuçar, mexer, testar, criar e entregar um resultado diferente.

3) O sujeito que, num final de semana, usando Claude, integrou dados do Zabbix, Acronis, Unifi(Ubiquiti) e mais 300 apps de gerenciamento de ambiente.

4) Aquele sujeito que gosta de pesquisar, investigar e resolver, independentemente de qual seja sua função — muitas vezes um cargo de gerência.

5) Simplesmente aprendeu a programar em Python para receber alertas de erros de backup em ambientes onde funciona uma ferramenta gratuita?

Yeah, você conhece. E ele é candidatíssimo ao cargo de FDE.

Por quê?

Boa parte das habilidades técnicas estão sendo absorvidas por ferramentas modernas ou IA.

Então, estamos frente a uma evolução das exigências.

Agora, o cliente — que pode ser ele mesmo, ou seu chefe, ou o gerente da logística — apresentarão demandas.

O FDE agirá simultaneamente como um:

  1. analista de negócio
  2. especialista em ferramentas e, principalmente,
  3. alguém preocupado com a entrega de resultados

Assincronia Organizacional

Oh yeah, já ouvimos falar muito em assincronia organizacional.

É quando a), b) e c) citados anteriormente (estou empolgado com o sufixo -mente por que ele acrescenta ênfase ao advérbio) cuidavam somente do seu pedaço da pizza.

“Ah, isso não é comigo”.

Danou-se, mano. Perdeu o emprego.

Agora o FDE empacota todas as funções e entrega o resultado.

E ele custa caro. Não é aí que você economiza (no salário, PJ etc. dele).

Mas é claro, há uma p* economia em outras funções; na discussão de responsabilidades; nos transtornos de comunicação e reuniões para esclarecimentos, e-mails pra cima e pra baixo e pros lados e… err, entendeu, non?

Qualquer área de Help Desk, Service Desk e Suporte Técnico (puxando a brasa) precisará ter um(a) cara desses(as).

Imagine a multiplicidade de alternativas a serem implementadas por alguém assim!

Pelo amor de Deus, use sua criatividade.

Examine todas as tarefas trabalhosas (e idiotas, e aborrecidas, e…) tais como classificar chamados e outras.

Avance para questões gerenciais.

E para questões de negócio.

Ou inverta essa ordem/sequência cronológica.

Leia mais sobre em Forward Deployed Engineer: A Carreira que Une Engenharia de Software, IA e Negócios.

Mais não posso descrever por que hoje é 07 de outubro e aniversário de minha Deusa (e Jefa).

Abrazon a todos

EL CO


PS: Guru, você segue errado, insistindo em bater na mesma tecla:

“Quando é afirmado que o significado do SLA mudou e agora o MSP deve buscar “prestar um bom serviço”, o aspecto econômico do empreendimento fica perdido.

Um bom serviço é entendido de uma forma pelo usuário A e de outra pelo usuário B e assim sucessivamente, ou seja, mesmo peso com diversas medidas. É impossível precificar um serviço com tal nível de subjetividade.”

Isso fica pra um café na Kopenhagen que, pelo amor de Deus, Alá, Jesus e outro deuses, não aguento mais a Ofner.

Cuidado na resposta da cafeteria, há uma armadilha conectada a seus dois parágrafos, haha…

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