Rapidinha: TAM e IBM

Não custa saber que… O Service Desk da TAM é operado pela IBM. O Service Desk em questão lida com as questões de vendas de passagens aéreas, reservas em vôos e assuntos relacionados a servidores. Uma turma de 90 técnicos on-site da IBM estão tocando o assunto e, em Hortolândia, tem mais uma galera cuidando…

O seminário de Help Desk foi magnífico!

Uau!

Dia 3 de dezembro realizou-se em Sampa o seminário “Gerenciamento de Help Desk e Service Desk” organizado por Recriando e Sucesu-SP.

Caramba, muita gente. De muitos estados do país. Quase 60 pessoas no auditório do IMAM para interagir com quatro feras do setor: professor Ivan Luizio Magalhães (autor do best-seller Gerenciamento de Serviços de TI), eu, a Gladis Costa e o Nino Albano do HDI Brasil.

A seguir um resumo das palestras.

Paradigmas: tempo de atendimento e de solução

Há uma tradição no ambiente de TI em assuntos de SLA. Costuma-se utilizar duas medidas de tempo quando um provedor de serviços externo é acionado.

Uma delas chama-se TEMPO DE ATENDIMENTO (com suas variações terminológicas) e significa a quantidade de unidades de tempo que o técnico leva para chegar até o local do problema.

Outra, TEMPO DE SOLUÇÃO, quando o problema é realmente sanado (um servidor substituído, um equipamento-backup instalado) etc.

Vamos fazer agora uma quebra nessa linha de conteúdo e acompanhe-me na análise de duas situações.

Não, Pier, não foi a crise…

Hoje pela manhã li o artigo publicado pelo Pier Riboni em seu blog sobre ITIL.

O título é ITSMF BR – Nacional Conference – leia  clicando aqui mesmo.

O Pier, que é um cara altruísta, faz um registro dos momentos que mais lhe tocaram durante o primeiro dia do evento (itSMF Brasil Conference 2008). Uma pessoa, dentre muitas inscritas, que dedica seu tempo a compartilhar os aprendizados adquiridos ou percebidos em uma conferência.

Well, numa das conclusões acho que o Pier avaliou de maneira distorcida.

Grupo de Estudos ITIL RS – mais uma reunião

E nesta quinta-feira passada (ontem), realizamos mais uma reunião do Grupo de Estudos ITIL no Rio Grande do Sul.

Uma turma da pesada estava lá. Marcelo Piassarolo (recentemente certificado em ITIL Manager), Pier Riboni, Jarlei Nascimento, Francisco Paz, Leandro Godoy, profa. Edimara Luciano, Rafael Gonçalves e outros craques.

O mote era a apresentação do Alexandre Samberg Filho, diretor comercial da Netwall, do seu produto MONITORA IT, voltado para geração de informações que permitem um adiantado Gerenciamento de Continuidade.

ITIL 3 – Sempre pedalando…

Pois é…

Iniciei meus estudos do ITIL 3. Caderninho de anotações ao lado, lá vou eu lendo o texto e registrando trechos importantes. Um deles é clássico, importante e merece digressão:

As melhores práticas tornam-se rapidamente em boas práticas, que se tornam commodities e geralmente aceitas como princípios, sabedoria adquirida ou exigências obrigatórias. O que antes eram características distintivas de uma organização tornam-se um aspecto ordinário (corriqueiro) às vistas dos usuários.

A tradução é pessoal, grosseira e feita no embalo.

Um prêmio para todos nós!!!

Olá.

Como muitos sabem, lancei meu livro de Help Desk e Service Desk no meio do mês de agosto.

Ele é o resultado de minhas experiências profissionais, muita pesquisa, leitura, compilações etc.

Mas é também resultado de muita interação com a comunidade de suporte técnico do Brasil. Nos eventos Help Desk Day, nos cursos que ministro, nas conferências, nas demonstrações de Fireman etc. Em cada momento desses, absorvi conhecimentos e experiências de outros profissionais.

E tudo isso resultou num livro que, dois meses após lançado, recebe um prêmio soberbo!

Ele foi escolhido como a obra do ano pela ABT (Associação Brasileira de Teleserviços, antiga Associação Brasileira de Telemarketing).

MOF x ITIL

Esse artigo tem por base o “The Real Niel: ITIL versus MOF” publicado em janeiro no site SearchCIO.

Antes de mais nada, eu não conheço o autor. Nem sei se ele é consultor da Microsoft, hahaha. Mas o que ele escreve tem um arrazoado de firmes idéias e bem contundentes que nos fazem pensar.

O resumo da ópera: depois de procurar algum tipo de padrão que o ajudasse em suas atividades na área de T.I, passando por CMM, Cobit etc., ele se deparou com o ITIL. E o implementou. Ainda na versão 1.0. Mas depois as coisas começaram a ficar complexas. A 2.0 veio com mais sofisticação. E a 3.0, então, removeu toda a simplicidade que ele tinha.