Cansei de bancar o soldadinho do passo certo. Mas não abandonei a postura, rá.
Descobri mais gente nessa marcha. Por que o tempo passa e nem todo mundo precisa continuar usando navalha pra fazer a barba. Aparecem soluções melhores.
Mensagem à Geração Y — a Z não dá bola pra game —: nem todo mundo precisa jogar Doom e Wolfenstein quando há outros melhores.
Renê Chari
Tropecei — por que velho faz isso, tropeçar — num artigo “perdido” do Renê Chiari escrito de forma impecável para a comunidade corporativa de ITSM.
Quem é Renê? Desconheces a Personalidade do Ano de 2025? Leia aqui.
Ele também é:
- O cara do site ITSM na Prática (que se chamava ITIL na Prática e mudou o nome por rica iluminação, o que lhe garantiu a salvação nessa e na próxima vida).
- Treinou 1 milhão de alunos.
- É 30 anos mais jovem do que eu — conhece os caminhos e é paulistano, acho.
- É “Ambassador ITIL”. Como está em inglês, não sei se é “Embaçador” ou “Embaixador”.
Feitas as apresentações, o artigo ao qual me refiro é esse:
Existe alternativa para o ITIL?
Pedindo desculpas
Dado que hoje a jefa mandou:
- lavar roupa escura e também as claras, em maquinadas diferentes
- comprar gás de botijão — ainda descolo um vale-gás do governo Lula —
- outras tarefas caseiras de igual importância
- apenas reproduzirei trechos do artigo
E PRESTE ATENÇÃO (em letras garrafais impossíveis de não serem lidas):
FitSM em muitas situações é melhor do que ITIL
Dos trechos prometidos
Aos trechos perpassados no laborioso trabalho intelectual de copia-e-cola (o ChatGPT não faz direito).
Ser “leve” significa que o FitSM foi projetado especificamente para limitar a sobrecarga administrativa a um nível razoável.
A filosofia do ITIL é “adote e adapte”, o que significa que cada organização deve estudar a vasta biblioteca e decidir o que é relevante para ela.
O modelo “adote e adapte” do ITIL coloca um enorme ônus de interpretação sobre o implementador. “Quais das 34 práticas do ITIL 4 eu realmente preciso? Em que nível de profundidade devo implementá-las?”.
O FitSM não reinventou o ITSM, ele o filtrou, focando nos processos operacionais e táticos centrais e deixando de lado a sobrecarga de gerenciamento estratégico mais complexa encontrada no ITIL, tornando-o mais fácil de adotar.
O impacto desse modelo “gratuito” é profundo. Ele não apenas economiza dinheiro para as organizações; ele democratiza o acesso ao ITSM, removendo a principal barreira de entrada ao conhecimento. Uma PME com orçamento zero pode, hoje, baixar os slides de treinamento oficiais, treinar toda a sua equipe internamente, usar os templates do FitSM-4 para criar seus processos e usar o FitSM-6 para se autoavaliar. Isso inverte o modelo de adoção de “pagar para aprender” (ITIL) para “aprender, implementar e depois pagar”, se a validação externa, mentoria ou apoio consultivo for necessário.
O FitSM é amplamente considerado um “trampolim” para a ISO 20000.
Ele não é um concorrente que tenta ser melhor que o ITIL em tudo. É uma alternativa para ITIL focada e estratégica.
Exortação à comunidade GLPI

De certa forma é uma grande surpresa para esse que vos escreve saber que boa parte da comunidade usuária de GLPI tenta implantar ITIL.
É um paradoxo. Um atraso.
É sabido que quase todos adotam essa (excelente) ferramenta por que é gratuita.
E havendo um padrão de ITSM simples, leve, rápido e gratuito para usar — FitSM —, desperdiçam seus pila na ITIL. Mas cada um tem seu jeito de matar a pulga, entonces…
Ah, falando em FitSM
O curso Support Center Management for Leaders é presencial dias 6-7-8 em Caxias do Sul.
E ele, rá, ele é baseado no FitSM.
Inscreva-se, o tio anda tão bem-humorado que está permitindo, em épocas de juros altos, parcelamento em 5x sem juros.
https://www.4hd.com.br/calendario
Porém, já há 5 empresas inscritas. O que significa: só existem 4 vagas.
Abrazon
EL CO


