A jornada de um colega que tinha câncer de próstata

Pois é… Quase todo homem aos 40 anos começa a se preocupar com coisas que, na juventude, não imaginava que existissem. Lembro que comia feito um elefante e era magro pra caramba. Depois que me casei, subitamente, engordei 20 kg. Minha sorte que pesava 64 kg. Mas se fosse o único problema, até seria suportável. […]

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A Jarra de Pandora no MSP Summit 2024: que segredos serão revelados?

Antes de mais nada, era uma jarra! Não era um baú, caixa ou coisa parecida o presente dado por Zeus a Pandora, esposa de Epimeteu. Vai aprendendo com o velho, ainda que seja um conhecimento inútil. Vai que um dia também faz esse “agá” com um sobrinho teu, haha. MSP Summit é um congresso de

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A Inteligência Artificial não vai salvar seu Service Desk. Que bom!

Hoje é quarta-feira e amanheci “com a macaca”, como se dizia. Não é expressão sexual, nem racista. O Gemini diz que é expressão africana e aponta o artigo da Revista Superinteressante: De onde veio a expressão “estar com a macaca”. Desembuchando O mercado de tecnologia tem uma relação peculiar com a esperança — a culpa

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A indignação do cliente: por que pagar mais por um suporte melhor?

Quando mais se espalha a ideia de “Customer Success” no Brasil — uma importação norte-americana —, mais clientes ficam revoltados. Choque de cultura! “— Peraí, eu já quito o boleto de mensalidade do serviço/software/plataforma/sei-lá-do-quê e ainda preciso pagar mais para ter um atendimento decente?” Rewind, Cohen! Explicando desde o início Os clientes não são todos

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A IA pode não ser necessária neste momento, mas um chatbot vai bem

Quando eu digo que a IA não é necessária no momento, os arautos da eficiência, modernismo e toda essa bagulhada de expressões corporativas remexem-se nas cadeiras e cerram os dentes. Gera mais comoção que dizer a um cristão que Cristo não existiu. Ou a um judeu que o Holocausto não aconteceu. A questão é que

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A gênese do mal relacionamento da software-house com seu cliente — parte final

Em artigos anteriores (clique aqui para ler o primeiro) comentei e apontei soluções para os entreveros que acontecem entre os profissionais de empresas de software e seus clientes. Escrevo para os gestores de suporte. Mas também para os proprietários desse tipo de firma. Os melindres e as cenas de pugilato ao telefone/chat/e-mail/Whatsapp surgem de situações

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A gênese do mal relacionamento da software-house com seu cliente — parte 3

Esse texto é uma continuação deste artigo. Rá, pensa que os conflitos surgem apenas nos pontos narrados (cliente não sabe regra de negócio, não sabe usar o seu sistema ou não sabe o básico de informática)? Nhecas, o tumulto possui mais focos de origem. Mas antes, veja que criativo cartum o talentoso André fez sobre

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A gênese do mal relacionamento da software-house com seu cliente — parte 2

Salve. Here we go! Dando sequência ao conjunto de artigos e também frente à retumbante recepção que o primeiro texto teve junto aos amigos, vamos adiante que atrás vem gente. 2 – Nosso usuário desconhece regras de negócio e por isso liga toda hora Aff… É comum o time de suporte se deparar com usuários novatos que,

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A gênese do mal relacionamento da software-house com seu cliente – parte 1

Vou escrever uma sequência de artigos sobre o tema. Primeiro por que tenho cancha no assunto: mantive uma software-house por 30 anos. Não afirmo que fui bem-sucedido em todos os momentos. Daí­ mesmo que posso criticar e visualizar meus erros, compartilhando-os para que não os cometa. Segundo, por que a realidade continua a mostrar que os

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