Lançamento: livro Service Desk Corporativo
Chega mais uma obra escrita aqui no Brasil para consumo de nossa comunidade!
A Novatec enviou-me gentilmente um exemplar do recente e novíssimo livro escrito pelo Rubem Melendez Filho:
Service Desk corporativo – solução com base na ITIL V3
Estou devorando-o de maneira bem rápida. Afinal, é tema de nosso cotidiano.
Um destaque muito importante: o título já indica que é para Service Desk Corporativo.
Eu iria além: para grandes corporações (por isso, quem sabe, eu não apareço nem nas referências, hahaha, já que meu negócio é pequenos e médios). Nessas horas a gente vê como, apesar de termos o mesmo foco – suporte técnico-, as diferenças são imensas.
Quem apresenta o livro é Leonardo Bottino, responsável pelos centros de suporte da Petrobras. Captou? A coisa é high-level meeeesmo. Com sua habitual simplicidade, Leonardo faz uma introdução muuuito boa.
Riscos
Ai, ai…
Criticar o trabalho dos outros é pedir para perder amigos que ainda nem tenho.
Fazer uma sinopse estéril e com gosto de plástico é pedir para não ser mais lido.
Babar e bajular os outros, por outro lado, é perder a identidade própria e ser malvisto.
Como o subtítulo desse blog é “COM OPINIÃO“, eu arrisco e sigo em diante. Tomara que esse artigo seja encarado como uma opinião a mais de um colega de mercado (e ter retornos honestos sobre nossa obra é algo bem complicado).


Peter Drucker já afirmava que eram necessários longos períodos de concentração para que um executivo – você, gestor de suporte técnico – pudesse produzir alguma coisa de maneira eficiente. Afinal, se o seu principal objetivo é pensar na organização e não consegue slots de tempo suficiente para isso, o resultado é pífio ou meia boca.


























A indústria de outsourcing de TI da Índia alcançou a cifra de 60 bilhões de dólares. Usando sua capacidade de entregar ao mercado engenheiros bem formados, inclusive falando inglês, com baixos salários ela tomou conta do mercado de outsourcing. Uau, competitividade lá em cima. Mas o curioso agora é que estão precisando de gente ainda mais cara e especialistas em desenvolvimento de negócios. E onde tem gente sobrando? Nos Estados Unidos.
E a gente no Brasil?
No seu preâmbulo, Stephen arrisca dizer que a pouca quantidade informada pode ser por que não podemos ser prescritivos. Que algo de um tamanho pode não funcionar para outros, como sapatos.
É preciso ter o mínimo possível de classificações em “Outros”.



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