Arquivo de janeiro, 2010

Recompensas…

Esse é um texto para reflexão.

Foi extraído do livro Punidos pelas recompensas, autor Alfie Kohn (um pouco mais e ele quase tinha o mesmo sobrenome que o meu):

Uma velha anedota capta este fenômeno tão bem quanto qualquer estudo o faria.

É a história de um homem idoso que era insultado por um bando de garotos de 10 anos de idade, todos os dias em que passavam diante de sua casa ao voltar da escola.

Uma tarde, depois de ouvir outra rodada de insultos, chamando-o de idiota, feio e careca, o homem montou um plano. Encontrando as crianças no gramado da frente, na segunda-feira seguinte, anunciou que qualquer deles que voltasse no dia seguinte e berrasse comentários rudes sobre ele receberia um dólar. Estarrecidos e excitados, eles apareceram até mais cedo na terça-feira, berrando os adjetivos a que tinham direito. Mantendo sua palavra, o velho homem saiu e pagou-lhes o prometido.

“Façam o mesmo amanhã”, disse-lhe ele “e vocês ganharão 25 centavos para me perturbar”. As crianças acharam que ainda valia a pena e retornaram na quarta-feira para atazaná-lo. No primeiro miado, ele foi ao encontro delas com um punhado de moedas daquele valor, e de novo pagou-lhes o prometido.

“De agora em diante”, anunciou, “eu poderei lhes dar apenas um centavo para fazer o mesmo”. As crianças olharam uma para a outra sem acreditar.

“Só um centavo?” repetiram com escárnio. “Nem pensar”, e nunca mais voltaram.

E agora, brothers?

Qual a opinião de vocês sobre isso e a sua possível relação com nossa atividade de gestão de suporte técnico?

Abraços,

El Cohen

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Cohen, um epígono de Nino Albano

Antes que fiquem a pensar coisas erradas, epígono pode ser considerado um “discípulo ou continuador de uma escola“, segundo o Houaiss.

Muitas expressões, de tanto uso cotidiano, acabam se tornando verbos! Normalmente conhecidos como neologismos.

Então poderíamos dizer que “Eu Ninei“!

Assim como fotocopiar virou xerocar, ir ao mercado comprar uma gilete (e não uma lâmina de barbear) e assim por diante, eu segui a linha do Nino Albano!

Afora a provocação realizada pelo bacana em seu blog:

http://hdibrasil.wordpress.com/2010/01/19/e-assim-falou-el-cohen/

Explicação da expressão

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Suporte técnico é um porre? Hummm… Assista isso:

Salve!

Quer dizer que trabalhar em Help Desk, Service Desk ou suporte técnico é yoda!?

Assista a este filme então (clique na imagem)!

Se não for pela mensagem, ao menos pela qualidade do filme :-)

Abraços

El Cohen

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eBook gratuito: Gestão estratégica de competências

Livro Gestão de Estratégica de Competências de Julieta Beatriz Ramos Desaulniers, Editora PUC RS, pode ser baixado integralmente da internet

Com a chegada dos eReaders (leitores de ebooks) como o Kindle da Amazon, eReader da Sony, e os modelos flexíveis proReader da QUE e também o Skilf Reader, veremos cada vez mais literatura online.

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Você não tem inveja de uma justiça assim?

Nos EUA, a justiça é vapt-vupt e isso faz a diferença para quem deseja ser criminoso

Quem vê os filmes americanos, em especial o seriado Law & Order (Lei e Ordem) sabe que a pessoa que apronta vai pra frente de um juiz. E ali, este está preparado para definir uma sentença provisória enquanto o júri decidirá, mais tarde, uma sentença definitiva. Ou ainda, os advogados e promotores chegam a um acordo rápido.

No Brasil, todo um processo deve ser montado.

Cada lado embucha seu conteúdo; pede perícia; leva em carga o processo por 30, 60, 600 dias repetidas vezes; demora para pagar custas e o processo se protela; uma das partes não recebe os ARs enviados pelo correio, o que atrasa novamente a lenga-lenga eterna…

Nos Estados Unidos um sujeito forjou que o filho estava a bordo de um balão desvairado. Em outubro de 2009.

Não estava o filho a bordo, era uma armação para se promover.

Hoje, janeiro de 2010, dois meses depois, o cidadão começa a cumprir pena.

DOIS MESES depois!!!

No Brasil, o processo ainda nem teria chegado para o juiz ou cartório!

Mas bah! Que inveja.

El Cohen

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Desktop vai pro lixo

Tendência nos EUA deve chegar ao Brasil, economizando energia e recursos pela troca dos equipamentos desktop por netbooks

É, brothers, vem aí uma outra tendência anunciada na revista BusinessWeek de 18 de janeiro de 2010.

E não tem nada de verde nela, é economia mesmo, hahaha.

Assim como no passado, aconteceu a onda da virtualização e também do uso dos think clients, agora os desktops estão sendo trocados por netbooks.

Baratinhos – lá fora -, na faixa dos US$ 200, os equipamentos Dell e HP estão perdendo terreno para os miudinhos.

Com tudo indo para “as nuvens” (cloud computing), fica mais em conta financeiramente colocar um “terminal burro” (oié, voltando aos tempos de mainframes) do que manter e suportar um equipamento com sistema operacional, softwares instalados etc.

E mais:

Netbook está com problema? Pega outro aqui!

Afinal, é baratinho.

Hummm…

E nós, do suporte como ficamos nessa tendência, hehe?

Abrazon

El Cohen

PS: O curioso é que aqui na empresa estou fazendo o caminho inverso:

Abandonando o notebook e voltando para o desktop. Este é mais prazeroso e confortável para digitar textos. E não tem  o “calorzinho” diário do meu Dell sob os punhos (talvez no inverno faça falta)

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Mãe é mãe, mas…

Como quase todos nós, eu também não fujo à regra.

  1. Tenho mãe.
  2. E ela me pede suporte ao celular, hahaha.

Acompanhem o diálogo:

- Filho, aparece aqui # snips de segurança e bla bla bla (com aquelas frases em inglês)…

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Dispositivo de sexto sentido – ele chegou…

O que você acha de:

A) Fazer um quadrado com os dedos indicadores e polegares das duas mãos, mirar a ponte e… bater uma fotografia? Simples assim. E depois, voltar ao escritório, ficar de pé em uma parede e projetar todas as fotos, reorganizando-as apenas com os dedos, como no filme Minory Report.

B) Que tal encontrar alguém na rua, o dispositivo reconhecer a fisionomia dela e projetar na própria camiseta da pessoa os dados pessoais, de onde você a conhece etc.? Claro, também poderia vê-la num buteco, scanear o orkut ou facebook e então ir até lá sabendo de quem se trata.

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A falácia da TI verde

Muita gente tem falado, escrito e discutido sobre isso em 2009.

E eu enchi o saco (hahaha).

Decidi que no início de 2010 escreveria um artigo sobre tal tema.

Mas qual não foi minha surpresa ao ler a Veja 2144 de 23 de dezembro de 2009 com o Bjorn Lomborg.

E ordinariamente, pra não precisar escrever meu texto, decidi copiar excertos da entrevista dele para a Veja, de tal maneira que passo a informação (e meus resmungos) pelas palavras doutrem.

Convém atentar para os título e subtítulo:

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